hoje é dia 28 de julho. estou de férias num lugar onde não há uma farmácia, nem acesso a jornais, nem uma caixa multibanco e transporte para Lisboa apenas às segundas e sextas feiras.
pergunto-me se para as pessoas deste lugar será importante a websocial .. posso imaginar uma via de contacto, o recurso a uma fonte de informação...acabo por dar-me conta que sentimos falta das necessidades que criámos. o social aqui ocorre noutro palco e a informação com que se constroi provém de outras fontes.
penso então: uma rede social deverá ser o lugar onde vou porque quero encontrar e ser encontrado, há, contudo, uma perversidade nisto, nesta ilusão de perfil, de poder, de sermos uma cara, um conteudo, uma opinião, através da web. afinal, se um dia eu me quiser esconder, haverá sitio melhor do que aquele onde toda a gente está visivel? como num jogo, o lugar mais improvável é sempre o mais eficaz.
e, no âmbito do objecto desta formação, o que é que nos distingue - a nós organização, projecto, actividade - o que é que nos descobre? onde é que me exponho para me esconder e onde é que me escondo para tornar-me visivel?
... isso que tenho que ir ali aprender e já volto porque o ritmo a que as tarefas nos caem não se compadece com a reflexão com pézinhos na areia e os meus, infelizmente, já estão sacudidos e calçados
muito bem! parabéns!
ResponderEliminareu sabia, temos arroz... de entrada, o de carrapato! ... um sabor a mar!
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